terça-feira, 10 de maio de 2011

Quem quer casa, participa !!! Minha Casa Minha Vida ???

SECRETARIA EXECUTIVA DO CONSELHO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO- SECMH

Audiências Públicas do PMH de 10 a 26 de maio de 2011





O Plano Municipal de Habitação será debatido com a população em 19 audiências públicas que se realizarão ao longo do mês de maio de 2011, em todas as regiões da cidade de São Paulo.

As Audiências serão divididas em 5 partes: Saudação e Manifestação do Coordenador dos Trabalhos; Exibição de um vídeo síntese do PMH e exposições sobre o projeto em discussão; Manifestação dos Inscritos; Comentários e Respostas; e Encerramento.
Durante as Audiências, todos os presentes poderão deixar suas sugestões e comentários para o Plano em Fichas de Sugestões, que serão compiladas e analisadas para contribuições ao texto final do PMH, que será enviado à Câmara Municipal de São Paulo.

A seguir o calendário das Audiências Públicas do PMH para divulgação e participação.
Mais informações podem ser acessadas no site do HABISP: www.habisp.inf.br



AUDIÊNCIAS PÚBLICAS DO PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO POR SUBPREFEITURAS

Data
Horário

Data
Horário
Subprefeitura

São Miguel/ Itaim Paulista Habi Leste
Subprefeitura Itaim Paulista, Av. Marechal Tito, 3012 - Vl. Curuçá tel. 2561.6064
11/mai ás 15h

Penha / Ermelino Matarazzo Habi Leste
Subprefeitura Penha, Rua Candapuí, 492 - Penha tel. 3397.5100
12/mai ás 17h

São Mateus/ Itaquera Habi Leste
Subprefeitura São Mateus, Rua Ragueb Chohfi, 1400 São Mateus tel. 3397.1100
12/mai às 15h

Vila Prudente/ Sapopemba Habi Sudeste
Subprefeitura Vila Prudente/Sapopemba, Av. do Oratório, 172 - Jd. Independência - Vila Prudente tel. 3397.0800
13/mai às 18h

Cidade Tiradentes/ Guaianases Habi Leste
CEU Lajeado, Rua Manoel da Mota Coutinho, 293 - Lajeado tel.3397.6940/2153.9930
16/mai às 10h

Capela do Socorro Habi Sul e Mananciais
Subprefeitura Capela do Socorro, Rua Cassiano dos Santos, 499 - Jd. Cliper tel. 3397.2700
16/maio às 16h

Cidade Ademar Habi Sul e Mananciais
Subprefeitura Cidade Ademar, Av. Yervant Kissajikian, 416 - Vl. Constância tel. 5670.7000
18/mai às 10h

M’Boi Mirim Habi Sul e Mananciais
Subprefeitura M’Boi Mirim, Av. Guarapiranga, 1265 - Pq.Alves de Lima - Jd. São Luis tel. 3396.8400
18/mai às 15h

Perus/ Anhanguera/ Pirituba/Jaraguá Habi Norte
CEU Perus, Rua Bernardo José Lorena, s/n - Vl. Malvina tel. 3915.8753
19/mai às 10h

Parelheiros Mananciais
Subprefeitura Parelheiros, Av. Sadamu Inoue, 5252 - Jd. dos Álamos tel. 5926.6500
19/mai às 16h

Freguesia do Ó/ Brasilândia/Casa Verde/ Cachoeirinha Habi Norte
Subprefeitura Freguesia do Ó, Av. João Marcelino Branco, 95 - Vl.Nova Cachoeirinha tel.3981.5000
19/mai às 16h


Campo Limpo Habi Sul
Subprefeitura Campo Limpo, Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 59/65 - Jd. Laranjal tel. 3397.0500
26/mai às 10h

Fonte:
http://cradesmboimirim.blogspot.com/search?q=habitação
http://nossasaopaulo.org.br
http://www.jusbrasil.com.br/diarios/26563654/dosp-cidade-07-05-2011-pg-45

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Tráfico de animais silvestres.

O comércio ilegal de animais silvestres é a terceira atividade clandestina que mais movimenta dinheiro sujo, perdendo apenas para o tráfico de drogas e armas.





O Brasil é um dos principais alvos dos traficantes devido a sua imensa diversidade de peixes, aves, insetos, mamíferos, répteis, anfíbios e outros.

As condições de transporte são péssimas. Muitos morrem antes de chegar ao seu destino final. Filhotes são retirados das matas, atravessam as fronteiras escondidos nas bagagens de contrabandistas para serem vendidos.

Todos os anos mais de 38 milhões de animais selvagens são retirados ilegalmente de seu hábitat no país, sendo que 40% destes, são exportados segundo relatório da Polícia Federal.

O tráfico interno é praticado por caminhoneiros, motoristas de ônibus e viajantes. Já o esquema internacional, envolve grande número de pessoas.

Os animais são capturados ou caçados no Norte, Nordeste e Pantanal, geralmente por pessoas muito pobres, passam por vários intermediários e são vendidos principalmente no eixo Rio-São Paulo ou exportados.



Não compre animais silvestres. Ter espécie nativa em cativeiro, sem comprovação da origem do animal, é crime previsto em lei. Cada indivíduo capturado faz falta ao ambiente e também os descendentes que ele deixa de ter.

O animal que vive preso, perde a capacidade de sobreviver e se defender sozinho e não pode ser solto na natureza sem o acompanhamento de um especialista.

Caçar ou apanhar animais silvestres é crime, segundo o Art. 29 da Lei N°9.605/98: Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécies da fauna silvestre nativa ou em rota migratória sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida: Pena – detenção, de 6 meses a 1 ano e multa.

Mexer ou destruir ninhos é crime,Incorre no inciso I e II do artigo citado acima.

A venda de produtos ou objetos oriundos da fauna sem autorização do IBAMA constitui crime previsto na Lei N° 9.605/98.



Também não compre artesanatos feitos com partes de animais, como penas coloridas.

Quando decidir ter um animal de estimação, lembre-se que existem milhares de cães e gatos abandonados aguardando a chance de uma adoção. Consulte a prefeitura da sua cidade ou entidades de proteção animal.

Se ninguém compra, ninguém vende, ninguém caça.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Capital deve atingir a marca de 7 milhões de veículos em circulação



Até o fim de março, a capital deve atingir a marca de 7 milhões de veículos em circulação, número 31% superior ao registrado no início de 2006, quando a cidade contava com 5.335.902 de veículos (entre eles, 4.108.461 de carros e 499.686 motos), segundo dados do Detran.

No mesmo período, a quantidade de ônibus que fazem parte do sistema de transporte público municipal permaneceu praticamente a mesma, oscilando meros 0,88% (eram 14.846 e atualmente são 14.978).
Proporcionalmente, a rapidez da evolução da frota individual é 34 vezes superior a de ônibus, no comparativo entre os dois.

"O maior problema é que a qualidade do transporte público oferecida está muito aquém do desejado e não é capaz de atrair o usuário do automóvel para o transporte coletivo".

A SPTrans (empresa que gerencia o transporte público) informou que dos cerca de 15 mil ônibus, 61% (9.684) foram renovados ou trocados, o que elevou a capacidade para abrigar passageiros em 21%. No período de outubro de 2006 a outubro de 2010, houve aumento de 11% no número de passageiros.



Soluções a curto Prazo

Bem, partindo da proprio Código Brasileiro de Trânsito (CBT), que legisla sobre todo sistema viário brasileiro, ciclistas devem andar no bordo direito das vias e os veículos devem ultrapassar o ciclista a uma distancia de 1,5 mt conforme a lei.
Isso é regra, mas não realidade, como vimos outro dia em Porto Alegre.



Ciclovias poderiam ser criadas a direita das vias a um custo bem baixo, e para isso basta eliminar a vagas de carros que ficam estacionados ao longo das ruas e principais avenidas. Para aumentar a segurança e evitar que carros e motos invadam a ciclovia, pode-se colocar cones, ou mesmo floreira fixados a cada 2m aproximadamente. Mas aí surge a questão.




Onde então estacionar os carros???

Ora é evidente, se você não consegue trafegar com seu carro na cidade de São Paulo, pra que então tira-lo da garagem???



Fonte:
http://nossasaopaulo.org.br/portal/node/14284?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_campaign=Not%C3%ADcias+da+Rede+Nossa+S%C3%A3o+Paulo+20110328

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Quer entender o mundo???



http://pt.wikipedia.org/wiki/Dioxina

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Heróis existem. Primeira travessia do Atlântico feito por aeronave






João Ribeiro de Barros (Jaú, 4 de abril de 1900 — Jaú, 20 de julho de 1947) foi um aviador brasileiro. Com seus companheiros foi pioneiro na travessia aérea do Atlântico Sul, no dia 28 de abril de 1927, partindo de Gênova, em Itália, até Santo Amaro represa do Guarapiranga(São Paulo), fazendo escalas em Espanha, Gibraltar, Cabo Verde, e Fernando de Noronha, já em território brasileiro. a bordo do hidroavião Jahú.

Pediu auxílio ao governo brasileiro o que lhe foi negado. Nesta época existia uma disputa não declarada entre vários países pela supremacia nos ares. França, Inglaterra, EUA, Alemanha, entre outros empenhavam-se em vôos transoceânicos. Já que o sucesso destes empreendimentos era duvidoso e como o Brasil não desejava indispor-se com as potências da época, João Ribeiro de Barros não conseguiu ajuda oficial.



Com os próprios recursos e sem nenhuma ajuda governamental, João Ribeiro de Barros adquiriu na Itália uma aeronave Savoia-Marchetti S.55 avariada e promoveu, com Vasco Cinquini, diversas reformas na mesma, melhorando assim a sua velocidade e autonomia. Tais reformas foram tão positivas para o desempenho do hidroavião que impressionaram os italianos.

Sofreu sabotagens, chantagens de companheiros, o desdém do presidente Washington Luís, mas perseverou, e às 4:30 H da manhã no dia 28 de abril de 1927, partindo de Praia na ilha de Santiago (Cabo Verde), cruzou o Atlântico com seus três companheiros a bordo do Jahú, que pousou triunfante às 17:00 H na enseada norte de Fernando de Noronha.

Seguiu após alguns dias para Cabo Verde onde, devido a desentendimentos, dispensou o co-piloto Arthur Cunha.

Monumento a João Ribeiro de Barros em Jaú SP.

Quando se preparava para fazer a travessia contraiu malária e teve que esperar mais um tempo, além de ter que remontar e consertar todo o avião. Recebeu um telegrama do governo brasileiro ordenando que desistisse de sua tentativa de cruzar o Atlântico. Deveria também desmontar a aeronave, encaixota-la e embarcar a mesma em um navio que seguisse para o Brasil.

Indignado com este fato, e até porque não recebera nenhuma espécie de auxílio estatal para realizar sua empreitada.

Seu irmão, Osório Ribeiro, viaja até Cabo Verde acompanhando o co-piloto substituto contratado por ele, o oficial da força pública de São Paulo, tenente João Negrão.

Ao encontrar-se com o irmão e vendo o péssimo estado de saúde deste, após quatro crises de malária, Osório não contém a emoção, vai às lágrimas.



O comandante Nisbet do navio italiano Angelo Toso testemunhou a amerissagem do Jahu. Este comandante atestou que nos tanques da aeronave ainda restavam 250 litros de combustível.

Apesar de um dos motores apresentar problemas durante a viagem e enfrentar chuva, conseguiu estabelecer um recorde de velocidade que só foi batido alguns anos depois.

Após essa etapa, foi pousando em cada uma das grandes cidades do litoral, (Natal, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Santos e São Paulo), onde foi recebido com grandes festas e honras.



O avião foi restaurado pela empresa Helipark (de Carapicuíba – SP) e hoje está exposto no Museu Asas de um Sonho em São Carlos - SP. Trata-se da única aeronave transatlântica da época que ainda existe e está com sua configuração original.

Segundo o historiador Luís da Câmara Cascudo (no livro No Caminho do Avião... Notas de Reportagem Aérea 1922-1933), o JAHÚ amerrisou no Rio Potengi, na cidade de Natal, no dia 14 de maio de 1927, completando sua travessia sobre o Oceano Atlântico. O escritor Ivan Jaf, também conta esta aventura em seu livro "Jahú sonho com Asas", voltado a literatura infantil. É uma boa dica para os atuais professores, resgatarem a História Nacional e seus vedadeiros heróis.

http://www.3gpdb.com/videoy.php?b=HARnJDkX1kK&jah-joo-ribeiro-de-barros


O monumento Heróis da Travessia do Atlântico, (estátua de Ícaro) construído em 1929 na beira da Represa Guarapiranga, extremo sul da capital, e transferido em 1987 para área nobre dos Jardins, está de volta ao seu lugar de origem.

A obra homenageia os aviadores italianos Francesco Di Pinedo e Carlo Del Prete, pioneiros na travessia do Atlântico Sul, e o brasileiro João Ribeiro de Barros, que fez a travessia em 1927 a bordo do hidroavião Jahú.



A volta da escultura, que passou por restauro de R$ 400 mil - era reivindicação dos moradores da região desde a década de 1990.

Fontes;

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ribeiro_de_Barros

http://www.3gpdb.com/videoy.php?b=HARnJDkX1kK&jah-joo-ribeiro-de-barros

http://www.travessa.com.br/JAHU_SONHO_COM_ASAS/artigo/77e9ab47-8bb5-4e78-bbca-fa675087e30c

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dcaro

http://carlosfatorelli27013.blogspot.com/2010/11/mapas-das-localizacoes-do-monumento-aos.html

Obras do programa de recuperação de mananciais, encontram-se atrasadas

A Prefeitura de São Paulo iniciou, a demolição de mais um imóvel na orla da represa Guarapiranga que possibilitará a ampliação do Parque Praia de São Paulo, na Capela do Socorro, Zona Sul da Capital. O prefeito de São Paulo operou uma retroescavadeira para derrubar o muro que fazia divisa com o parque e, em outro equipamento, colocou abaixo parte do prédio construído no local. As intervenções fazem parte do Programa de Recuperação de mananciais da Orla da Guarapiranga, que vai possibilitar a ampliação do Parque.

Com a incorporação do terreno, que era usado pelo motel Roma, o parque aumentará para 25 mil m² sua área verde.

O terreno incorporado ao Parque Praia de São Paulo ficava na avenida Robert Kennedy, 3.540, e tinha 5 mil m².

O parque Praia de São Paulo passa a ter 25.000m² de área, mas foi criado para ter 170.000m². A Prefeitura diz já ter outros processos em andamento para a desapropriação, já que o mesmo imóvel desapropriado encontrava-se vizinho a outro motel que ainda está de pé.

Veja vídeo abaixo do lançamento do programa em 2008.


Entenda o PRM (Programa de Recuuperação de Mananciais)

Programa de Recuperação de Mananciais (PRM),é um conjunto de obras iniciadas em 2008, a serem executadas em áreas das bacias da Guarapiranga, Billings, Alto Tietê, Cantareira e Cotia, cinco dos principais mananciais da água consumida pelos moradores da Grande São Paulo. As obras anunciadas incluem a urbanização de favelas, ampliação de redes de esgoto e de abastecimento de água, pavimentação de ruas, drenagem e canalização de córregos, entre outras benfeitorias. O investimento total, que soma recursos das prefeituras de São Paulo, São Bernardo e Guarulhos, do governo estadual, da União e do Banco Mundial (Bird), chega a R$ 1,22 bilhão e deve ser concluído até 2011.

Em comparação ao Programa Guarapiranga, projeto anterior do governo de São Paulo para recuperar e proteger o manancial, realizado entre 1992 e 2000, as ações anunciadas têm quase o dobro de recursos previstos para cada ano de execução, uma média de R$ 217,2 milhões - enquanto o Programa Guarapiranga gastou em média R$ 125,6milhões por ano.

Como forma de acompanhar e monitorar esse conjunto de intervenções públicas nos mananciais de São Paulo, entidades da sociedade civil, como o ISA, Fundação Getúlio Vargas, CDHEP, Ministério Público, Fórum de Defesa da Vida, movimentos de moradia da região dos mananciais, entre outros, fundaram o Observatório de Recursos Públicos, que pretende monitorar algumas das obras previstas e concentrar informações de diferentes órgãos e instituições públicas envolvidos nos projetos.

Fontes;

http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/prefeitura-derruba-imovel-na-zona-sul-de-sao-paulo-20100503.html

http://nomotel.uol.com.br/sao-paulo/zona-sul/motel/motel-leao-de-prata